Vi quase de enfiada o The Reader e o Revolutionary Road. Ambos com a Kate. Não posso dizer que me surpreenderam por aí além. Todos eles são bons filmes. Bem filmados, bem desempenhados pelos actores, com boas histórias. Chega? Se calhar sim.

The Reader é pouco arriscado. Apesar do twist que a história vai tendo não deixa de ser um bom drama que às tantas se torna desconfortavelmente previsível. Mesmo assim, lutei com um prazer estranho de ir recebendo a premissa daquela história com algum gosto na sua descoberta.

Revolutionary Road é puro teatro em cinema. Tudo montado, marcado e direccionado. Um encenador atrás da câmara. Chega por eles, por aquele vazio Hoppereano (a palavra existe?), mas realmente é uma angústia já um pouco mastigada. Quero mais. Melhor!
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