01 março 2012

livrarias sem alarmes, já!
Na Bertrand, um padre com orelhas à troll, lábios reluzentes e mãos ai-se-eu-txi-pego parece querer apalpar-nos o rabo à saída com um amor incondicional (sim, fui ver que raio era Ágape).
Já na Almedina, pedem-nos de forma confusamente gráfica para não deixarmos o país e consumirmos livros.

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