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01 fevereiro 2010
31 janeiro 2010
29 janeiro 2010
01 outubro 2008
30 setembro 2008
lux 10

Uma entrada, quanto a mim, deselegante para um aniversário onde muita gente interpretou a liberdade de dress-code demasiado à letra. Giro, de qualquer forma. Nem que seja porque não saia há meses e porque vi muita gente de quem gosto e já tinha saudades.
(foto roubada ao Miguel)

Uma entrada, quanto a mim, deselegante para um aniversário onde muita gente interpretou a liberdade de dress-code demasiado à letra. Giro, de qualquer forma. Nem que seja porque não saia há meses e porque vi muita gente de quem gosto e já tinha saudades.
(foto roubada ao Miguel)
29 setembro 2008
a propósito de 10 x lux
"Mas a sabedoria da pose não é apenas um exercício narcísico. Precisa de um espaço que a saiba acolher e de uma convivialidade que a saiba gratificar. Para a criação desse espaço «tratar-se-ia de construir uma nova ciência das instalações, sobre as ruínas da urbanística, da geografia urbana, da arquitectura e da planificação territorial, entendidas como disciplinas separadas» (Paolo Portoghesi, Depois da arquitectura moderna, ed.70, 1982, p.32). Definindo-se em oposição a uma arquitectura moderna, racionalista e funcionalista, tida por subordinada à lógica da eficácia económica, a coberto de pretensões cientistas e progressistas, uma nova perspectiva se afirma, por exemplo, em palavras como as do arquitecto norte-americano Robert Stern: «As nossas fachadas (...) funcionam como medianeiros entre o edifício enquanto construção 'real' e as ilusões e percepções necessárias para relacionar mais estreitamente os edifícios com os locais onde são construídos, as convicções e os sonhos dos arquitectos que os fizeram, os clientes que pagaram para isso e a civilização que permitiu que fossem construídos» (idem, 1982, p.101)" (Alexandre Melo, "Da pose com uma coluna de champanhe", in Alexandre Melo, Velocidades Contemporâneas)
Roubado ao Pedro que nunca me deixar citar o seu maravilhoso blog.
"Mas a sabedoria da pose não é apenas um exercício narcísico. Precisa de um espaço que a saiba acolher e de uma convivialidade que a saiba gratificar. Para a criação desse espaço «tratar-se-ia de construir uma nova ciência das instalações, sobre as ruínas da urbanística, da geografia urbana, da arquitectura e da planificação territorial, entendidas como disciplinas separadas» (Paolo Portoghesi, Depois da arquitectura moderna, ed.70, 1982, p.32). Definindo-se em oposição a uma arquitectura moderna, racionalista e funcionalista, tida por subordinada à lógica da eficácia económica, a coberto de pretensões cientistas e progressistas, uma nova perspectiva se afirma, por exemplo, em palavras como as do arquitecto norte-americano Robert Stern: «As nossas fachadas (...) funcionam como medianeiros entre o edifício enquanto construção 'real' e as ilusões e percepções necessárias para relacionar mais estreitamente os edifícios com os locais onde são construídos, as convicções e os sonhos dos arquitectos que os fizeram, os clientes que pagaram para isso e a civilização que permitiu que fossem construídos» (idem, 1982, p.101)" (Alexandre Melo, "Da pose com uma coluna de champanhe", in Alexandre Melo, Velocidades Contemporâneas)
Roubado ao Pedro que nunca me deixar citar o seu maravilhoso blog.
13 setembro 2007
quinta de estreias 1

No Maria Matos, mais logo, há Hamlet com Diogo Infante, por João Mota. São 50 anos de teatro e muita coisa, espero, ainda para descobrir.
E depois há Time Out Lisboa e também Lindstrom no Lux.

No Maria Matos, mais logo, há Hamlet com Diogo Infante, por João Mota. São 50 anos de teatro e muita coisa, espero, ainda para descobrir.
E depois há Time Out Lisboa e também Lindstrom no Lux.
02 março 2007
a saia da carolina é feinha como o raio
Na terça passada, a discoteca Lux fez mais uma noite obrigatória de saia. Todos tinham de ir vestidos com uma saia, homem ou mulher. Eu não saía há meses, literalmente, e por isso estava com o sentido muito aguçado. Gente, kilt não é a única saia do mundo!!! Que falta de originalidade. Mesmo sendo aceitável nessa noite, não conhecem mais nada sem ser o kilt? E porque insiste a bicharada em usar o masculino kilt para depois andar a levantar as saias tipo menina de recreio? Não percebo. E faltou criatividade! As senhoras iam elegantes e festivas, indo o prémio da noite para a senhora com a saia branca toda feita de lâmpadas. Os homens - nomeadamente o bichedo - desiludiu. (Girlfriends, cabeça rapada look Britney e t-shirt de alças em cima de corpos musculados em meth já não se usa!) E assim a festa fica pobre e murcha. Enfim. Valeu o grupo de amigos e a risota.

Eu fui com uma camisa do meu cri cri número 17, uma saia feita de t-shirts do mesmo tecido e o número estampado. Acampanhavam uma pochete de jogador, umas chuteiras e meias até ao joelho. Gordo, orgulhoso e original, como me chamaram. Aceitei o elogio.
(Mais sobre o after-party no garoto)
Na terça passada, a discoteca Lux fez mais uma noite obrigatória de saia. Todos tinham de ir vestidos com uma saia, homem ou mulher. Eu não saía há meses, literalmente, e por isso estava com o sentido muito aguçado. Gente, kilt não é a única saia do mundo!!! Que falta de originalidade. Mesmo sendo aceitável nessa noite, não conhecem mais nada sem ser o kilt? E porque insiste a bicharada em usar o masculino kilt para depois andar a levantar as saias tipo menina de recreio? Não percebo. E faltou criatividade! As senhoras iam elegantes e festivas, indo o prémio da noite para a senhora com a saia branca toda feita de lâmpadas. Os homens - nomeadamente o bichedo - desiludiu. (Girlfriends, cabeça rapada look Britney e t-shirt de alças em cima de corpos musculados em meth já não se usa!) E assim a festa fica pobre e murcha. Enfim. Valeu o grupo de amigos e a risota.

Eu fui com uma camisa do meu cri cri número 17, uma saia feita de t-shirts do mesmo tecido e o número estampado. Acampanhavam uma pochete de jogador, umas chuteiras e meias até ao joelho. Gordo, orgulhoso e original, como me chamaram. Aceitei o elogio.
(Mais sobre o after-party no garoto)
27 fevereiro 2007
15 setembro 2006
02 janeiro 2006
duas ou três coisa sobre o início do ano
Lux. Festa de ano novo. Aqui ficam algumas coisas que me disseram durante noite:
- Tu não és o namorado do Cristiano Ronaldo? (Anónima, idade desconhecida)
- Quando é que deixas de ser giro? (Pedro, instrutor de mergulho, co-little-star in "Odete")
- Achas normal o cabrão ligar-me da cama com a outra ao lado? Tou mesmo fodi**? (colega de liceu, 28 anos)
- Há anos que não ouvia os The Smiths!!! (Ana, arquitecta)
- Eu sei que é música de paneleiro, mas esta música dá-me vontade de saltar! (Straight anónimo, aquando da passagem do "Hung Up" de nossa senhora, que levou todos à loucura.)
Lux. Festa de ano novo. Aqui ficam algumas coisas que me disseram durante noite:
- Tu não és o namorado do Cristiano Ronaldo? (Anónima, idade desconhecida)
- Quando é que deixas de ser giro? (Pedro, instrutor de mergulho, co-little-star in "Odete")
- Achas normal o cabrão ligar-me da cama com a outra ao lado? Tou mesmo fodi**? (colega de liceu, 28 anos)
- Há anos que não ouvia os The Smiths!!! (Ana, arquitecta)
- Eu sei que é música de paneleiro, mas esta música dá-me vontade de saltar! (Straight anónimo, aquando da passagem do "Hung Up" de nossa senhora, que levou todos à loucura.)
03 novembro 2005
24 outubro 2005
100% polyester
Sábado saí inesperadamente.
Diz-me a experiência que são as saídas mais divertidas. E foi.
Eu, o super garoto de lisboa e o clinton apánhamos uma daquelas saudáveis bebedeiras caracterizadas por uma saudável diversão all night long.
Às 24h30, no bar, estava bebedolas a dizer ao dj "This is so gay 90´s night!"
Às 02h30, no Frágil estavamos os três um cadinho bêbados, com palhinhas nas orelhas a imitar um segurança.
Às 03h30, eu disse para a palhinha e possivelmente mais alto do que a música: "Daqui Andy, é para abater a bicha na pista de dança! Já ninguém usa camisas de ganga Lois! Over and Out."
Às 04h00, no táxi para o Lux, o clinton e eu imitámos episódios do "Neighbours". Eu fiz de Kylie, ele de Jason Donovan.
Às 04h30, o trio repetiu o número das palhinhas, com palhinhas Lux. Impossíveis.
Às 06h00, regressámos a casa num táxi escolhido a dedo. A dupla gaspar e clinton saiu e eu seguí no táxi. Já disse que o motorista tinha o cabelo curtado à xunguita, brinquinhos à cri cri, t-shirt branca e umas calças de fato de treino vermelhas com lista branca?
"Gosto das calças.", disse eu.
"São 100% polyester.", respondeu o xunguita. (He´s gotta be gay!, pensei.)
As maravilhas de morar em Lisboa e usar transportes públicos...
Sábado saí inesperadamente.
Diz-me a experiência que são as saídas mais divertidas. E foi.
Eu, o super garoto de lisboa e o clinton apánhamos uma daquelas saudáveis bebedeiras caracterizadas por uma saudável diversão all night long.
Às 24h30, no bar, estava bebedolas a dizer ao dj "This is so gay 90´s night!"
Às 02h30, no Frágil estavamos os três um cadinho bêbados, com palhinhas nas orelhas a imitar um segurança.
Às 03h30, eu disse para a palhinha e possivelmente mais alto do que a música: "Daqui Andy, é para abater a bicha na pista de dança! Já ninguém usa camisas de ganga Lois! Over and Out."
Às 04h00, no táxi para o Lux, o clinton e eu imitámos episódios do "Neighbours". Eu fiz de Kylie, ele de Jason Donovan.
Às 04h30, o trio repetiu o número das palhinhas, com palhinhas Lux. Impossíveis.
Às 06h00, regressámos a casa num táxi escolhido a dedo. A dupla gaspar e clinton saiu e eu seguí no táxi. Já disse que o motorista tinha o cabelo curtado à xunguita, brinquinhos à cri cri, t-shirt branca e umas calças de fato de treino vermelhas com lista branca?
"Gosto das calças.", disse eu.
"São 100% polyester.", respondeu o xunguita. (He´s gotta be gay!, pensei.)
As maravilhas de morar em Lisboa e usar transportes públicos...
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