last night, she said
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10 julho 2012
12 dezembro 2010
saturday night
Trabalho durante o dia. Jantar em muito boa companhia. Risota e comidinha saborosa. Amigos que me querem arrastar para a noite. Concerto dos The Phenomenal Handclap Band,no Lux e festa Dark Horses com calendário e entrega de taça às estrelas desportivas do momento.



Trabalho durante o dia. Jantar em muito boa companhia. Risota e comidinha saborosa. Amigos que me querem arrastar para a noite. Concerto dos The Phenomenal Handclap Band,no Lux e festa Dark Horses com calendário e entrega de taça às estrelas desportivas do momento.



14 novembro 2010
texto inédito, noite única
O meu texto Todas as noites a mesma noite, vai ser representado pela primeira vez nos Encontros de Novas Dramaturgias Contemporâneas.
Dia 16 de Novembro, terça, às 21h30, no Foyer do São Luís Teatro Municipal.
Apareçam!
Leituras Performativas dentro e fora do SLTM
Textos inéditos de Ana Mendes, André Murraças, Armando Nascimento Rosa, Françoise Berlanger [BE], João Santos Lopes, Luís Mestre, Paulo Castro, Pedro Eiras, Zachary Karabashliev [BG]. Direcção de Pedro Gil, com António Fonseca, António Simão, Mónica Garnel, Raquel Castro e Simon Frankel, entre outros. Tradução do francês de Alexandra Moreira da Silva e do búlgaro de Zlatka Timenova-Valtcheva e Emilia Yanakieva. (Neste âmbito serão desenvolvidos percursos pelo que se aconselha calçado confortável e roupa adequada ao exterior.)
Programação completa dos Encontros aqui.
O meu texto Todas as noites a mesma noite, vai ser representado pela primeira vez nos Encontros de Novas Dramaturgias Contemporâneas.
Dia 16 de Novembro, terça, às 21h30, no Foyer do São Luís Teatro Municipal.
Apareçam!
Leituras Performativas dentro e fora do SLTM
Textos inéditos de Ana Mendes, André Murraças, Armando Nascimento Rosa, Françoise Berlanger [BE], João Santos Lopes, Luís Mestre, Paulo Castro, Pedro Eiras, Zachary Karabashliev [BG]. Direcção de Pedro Gil, com António Fonseca, António Simão, Mónica Garnel, Raquel Castro e Simon Frankel, entre outros. Tradução do francês de Alexandra Moreira da Silva e do búlgaro de Zlatka Timenova-Valtcheva e Emilia Yanakieva. (Neste âmbito serão desenvolvidos percursos pelo que se aconselha calçado confortável e roupa adequada ao exterior.)
Programação completa dos Encontros aqui.
22 fevereiro 2009
01 outubro 2008
30 setembro 2008
lux 10

Uma entrada, quanto a mim, deselegante para um aniversário onde muita gente interpretou a liberdade de dress-code demasiado à letra. Giro, de qualquer forma. Nem que seja porque não saia há meses e porque vi muita gente de quem gosto e já tinha saudades.
(foto roubada ao Miguel)

Uma entrada, quanto a mim, deselegante para um aniversário onde muita gente interpretou a liberdade de dress-code demasiado à letra. Giro, de qualquer forma. Nem que seja porque não saia há meses e porque vi muita gente de quem gosto e já tinha saudades.
(foto roubada ao Miguel)
29 setembro 2008
a propósito de 10 x lux
"Mas a sabedoria da pose não é apenas um exercício narcísico. Precisa de um espaço que a saiba acolher e de uma convivialidade que a saiba gratificar. Para a criação desse espaço «tratar-se-ia de construir uma nova ciência das instalações, sobre as ruínas da urbanística, da geografia urbana, da arquitectura e da planificação territorial, entendidas como disciplinas separadas» (Paolo Portoghesi, Depois da arquitectura moderna, ed.70, 1982, p.32). Definindo-se em oposição a uma arquitectura moderna, racionalista e funcionalista, tida por subordinada à lógica da eficácia económica, a coberto de pretensões cientistas e progressistas, uma nova perspectiva se afirma, por exemplo, em palavras como as do arquitecto norte-americano Robert Stern: «As nossas fachadas (...) funcionam como medianeiros entre o edifício enquanto construção 'real' e as ilusões e percepções necessárias para relacionar mais estreitamente os edifícios com os locais onde são construídos, as convicções e os sonhos dos arquitectos que os fizeram, os clientes que pagaram para isso e a civilização que permitiu que fossem construídos» (idem, 1982, p.101)" (Alexandre Melo, "Da pose com uma coluna de champanhe", in Alexandre Melo, Velocidades Contemporâneas)
Roubado ao Pedro que nunca me deixar citar o seu maravilhoso blog.
"Mas a sabedoria da pose não é apenas um exercício narcísico. Precisa de um espaço que a saiba acolher e de uma convivialidade que a saiba gratificar. Para a criação desse espaço «tratar-se-ia de construir uma nova ciência das instalações, sobre as ruínas da urbanística, da geografia urbana, da arquitectura e da planificação territorial, entendidas como disciplinas separadas» (Paolo Portoghesi, Depois da arquitectura moderna, ed.70, 1982, p.32). Definindo-se em oposição a uma arquitectura moderna, racionalista e funcionalista, tida por subordinada à lógica da eficácia económica, a coberto de pretensões cientistas e progressistas, uma nova perspectiva se afirma, por exemplo, em palavras como as do arquitecto norte-americano Robert Stern: «As nossas fachadas (...) funcionam como medianeiros entre o edifício enquanto construção 'real' e as ilusões e percepções necessárias para relacionar mais estreitamente os edifícios com os locais onde são construídos, as convicções e os sonhos dos arquitectos que os fizeram, os clientes que pagaram para isso e a civilização que permitiu que fossem construídos» (idem, 1982, p.101)" (Alexandre Melo, "Da pose com uma coluna de champanhe", in Alexandre Melo, Velocidades Contemporâneas)
Roubado ao Pedro que nunca me deixar citar o seu maravilhoso blog.
08 setembro 2007
dance, dance, dance!
Para a Helena, a Kikas e o Gonçalo.
THE FUTUREHEADS: Worry About It Later (Switch Remix)
Para a Helena, a Kikas e o Gonçalo.
THE FUTUREHEADS: Worry About It Later (Switch Remix)
02 julho 2007
brutus bar

IT WAS ABOUT TIME! Apresenta-se como o primeiro bar bear de Portugal. Lisboa até parece uma cidade estrangeira. As portas estão abertas. Ide conviver com os ursos.

IT WAS ABOUT TIME! Apresenta-se como o primeiro bar bear de Portugal. Lisboa até parece uma cidade estrangeira. As portas estão abertas. Ide conviver com os ursos.
05 março 2007
03 março 2007
02 março 2007
a saia da carolina é feinha como o raio
Na terça passada, a discoteca Lux fez mais uma noite obrigatória de saia. Todos tinham de ir vestidos com uma saia, homem ou mulher. Eu não saía há meses, literalmente, e por isso estava com o sentido muito aguçado. Gente, kilt não é a única saia do mundo!!! Que falta de originalidade. Mesmo sendo aceitável nessa noite, não conhecem mais nada sem ser o kilt? E porque insiste a bicharada em usar o masculino kilt para depois andar a levantar as saias tipo menina de recreio? Não percebo. E faltou criatividade! As senhoras iam elegantes e festivas, indo o prémio da noite para a senhora com a saia branca toda feita de lâmpadas. Os homens - nomeadamente o bichedo - desiludiu. (Girlfriends, cabeça rapada look Britney e t-shirt de alças em cima de corpos musculados em meth já não se usa!) E assim a festa fica pobre e murcha. Enfim. Valeu o grupo de amigos e a risota.

Eu fui com uma camisa do meu cri cri número 17, uma saia feita de t-shirts do mesmo tecido e o número estampado. Acampanhavam uma pochete de jogador, umas chuteiras e meias até ao joelho. Gordo, orgulhoso e original, como me chamaram. Aceitei o elogio.
(Mais sobre o after-party no garoto)
Na terça passada, a discoteca Lux fez mais uma noite obrigatória de saia. Todos tinham de ir vestidos com uma saia, homem ou mulher. Eu não saía há meses, literalmente, e por isso estava com o sentido muito aguçado. Gente, kilt não é a única saia do mundo!!! Que falta de originalidade. Mesmo sendo aceitável nessa noite, não conhecem mais nada sem ser o kilt? E porque insiste a bicharada em usar o masculino kilt para depois andar a levantar as saias tipo menina de recreio? Não percebo. E faltou criatividade! As senhoras iam elegantes e festivas, indo o prémio da noite para a senhora com a saia branca toda feita de lâmpadas. Os homens - nomeadamente o bichedo - desiludiu. (Girlfriends, cabeça rapada look Britney e t-shirt de alças em cima de corpos musculados em meth já não se usa!) E assim a festa fica pobre e murcha. Enfim. Valeu o grupo de amigos e a risota.

Eu fui com uma camisa do meu cri cri número 17, uma saia feita de t-shirts do mesmo tecido e o número estampado. Acampanhavam uma pochete de jogador, umas chuteiras e meias até ao joelho. Gordo, orgulhoso e original, como me chamaram. Aceitei o elogio.
(Mais sobre o after-party no garoto)
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