trailer more of a man (um marido ideal + pour homme)
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30 abril 2007
28 abril 2007
estreia
O meu novo espectáculo chama-se More of a Man (Um Marido Ideal + Pour Homme) e na verdade é a reposição de dois recentes espectáculos meus. 2 peças curtas, num só espectáculo. Dois formatos diferentes à volta de maridos e masculinidades. Para ver na Casa d´Os Dias da Água, ali na Estefânia.

O projecto More of a Man, junta num só espectáculo dois solos recentes de André Murraças: Pour Homme (2004) e Um Marido Ideal (2005). Pensados como espectáculos isolados, na verdade as duas peças completam-se e fazem parte de um projecto que o encenador e dramaturgo tem vindo a desenvolver à volta do conceito de masculinidade enquanto representação em palco.
Assim, se Um Marido Ideal é totalmente composto pelo texto homónimo de Oscar Wilde e conta com André Murraças sentado numa secretária, lendo excertos da peça, e assim reflectindo sobre o poder da representação teatral e da imagética da palavra; já Pour Homme é um solo sem palavras, composto por poses e posições associadas à representação do género masculino na História da Arte, quotidiano e publicidade.
More of a Man (Um Marido ideal + Pour Homme) pretende apresentar as duas peças na mesma noite durante uma temporada, apenas separadas por um curto intervalo. Desta forma, o público terá ambos os tópicos deste projecto para reflectir: o lado espiritual masculino (Um Marido Ideal) de uma representação e o lado físico masculino (Pour Homme). A palavra e a imagem propostas em mais do que um homem.
André Murraças voltará assim a abordar questões ligadas ao género e aos estereótipos masculinos, num espectáculo composto por dois solos de teatro que permitem fazer incursões nos universos da moda, da publicidade e procurar uma teatralidade relacionada com o género, num espectáculo que se debruça, ao fim ao cabo, sobre a performatividade de todos nós, em palco e na sociedade. É também a continuação do seu trabalho enquanto único criativo responsável pela concepção dos seus espectáculos, já iniciado no espectáculo As Peças Amorosas.
Vale a pena espreitar aqui e ainda aqui.
E podem ver a trailer aqui
O meu novo espectáculo chama-se More of a Man (Um Marido Ideal + Pour Homme) e na verdade é a reposição de dois recentes espectáculos meus. 2 peças curtas, num só espectáculo. Dois formatos diferentes à volta de maridos e masculinidades. Para ver na Casa d´Os Dias da Água, ali na Estefânia.

O projecto More of a Man, junta num só espectáculo dois solos recentes de André Murraças: Pour Homme (2004) e Um Marido Ideal (2005). Pensados como espectáculos isolados, na verdade as duas peças completam-se e fazem parte de um projecto que o encenador e dramaturgo tem vindo a desenvolver à volta do conceito de masculinidade enquanto representação em palco.
Assim, se Um Marido Ideal é totalmente composto pelo texto homónimo de Oscar Wilde e conta com André Murraças sentado numa secretária, lendo excertos da peça, e assim reflectindo sobre o poder da representação teatral e da imagética da palavra; já Pour Homme é um solo sem palavras, composto por poses e posições associadas à representação do género masculino na História da Arte, quotidiano e publicidade.
More of a Man (Um Marido ideal + Pour Homme) pretende apresentar as duas peças na mesma noite durante uma temporada, apenas separadas por um curto intervalo. Desta forma, o público terá ambos os tópicos deste projecto para reflectir: o lado espiritual masculino (Um Marido Ideal) de uma representação e o lado físico masculino (Pour Homme). A palavra e a imagem propostas em mais do que um homem.
André Murraças voltará assim a abordar questões ligadas ao género e aos estereótipos masculinos, num espectáculo composto por dois solos de teatro que permitem fazer incursões nos universos da moda, da publicidade e procurar uma teatralidade relacionada com o género, num espectáculo que se debruça, ao fim ao cabo, sobre a performatividade de todos nós, em palco e na sociedade. É também a continuação do seu trabalho enquanto único criativo responsável pela concepção dos seus espectáculos, já iniciado no espectáculo As Peças Amorosas.
Vale a pena espreitar aqui e ainda aqui.
E podem ver a trailer aqui
26 abril 2007
i don´t want to sleep alone
Diz que é baseado em Mozart e que é um dos meus realizadores preferidos. Passa hoje no Indie.
E também Shortbus
Diz que é baseado em Mozart e que é um dos meus realizadores preferidos. Passa hoje no Indie.
E também Shortbus
24 abril 2007
23 abril 2007
loja dos trezentos

China, China, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata é um filme sobre aqueles corpos que habitam um local estranho, contrariados. Fala do desejo de mudança, como a Dorothy batendo com os sapatinhos vermelhos na terra de Oz. Para onde iria China com aquele dinheiro todo, quando entra na agência de viagens? Talvez para New York, a mesma cidade com a qual forra o seu quarto. Talvez. Talvez pudesse voar - afinal, ela flutua, naquele que é um dos mais belos momentos do filme, onde uma descida de escadas é transformada numa aérea viagem de close-ups poeticamente improváveis.

China, China é Lisboa. Curtíssimo, sensível, preciso e precioso. O plano inicial já valia o filme. Vemos o recorte duma torre chinesa ao amanhecer. A luz aparece e ao fundo desenha-se o nosso castelo de São Jorge. A câmara inclina-se e vamos caindo na praça do Martiz Moniz e num fosso de eternas obras. Passem por lá e espreitem. China anda por ali, de pistola na mala, com os seus sapatos dourados e um chupa na mão. Na cabeça trás um sonho ou dois.

China, China, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata é um filme sobre aqueles corpos que habitam um local estranho, contrariados. Fala do desejo de mudança, como a Dorothy batendo com os sapatinhos vermelhos na terra de Oz. Para onde iria China com aquele dinheiro todo, quando entra na agência de viagens? Talvez para New York, a mesma cidade com a qual forra o seu quarto. Talvez. Talvez pudesse voar - afinal, ela flutua, naquele que é um dos mais belos momentos do filme, onde uma descida de escadas é transformada numa aérea viagem de close-ups poeticamente improváveis.

China, China é Lisboa. Curtíssimo, sensível, preciso e precioso. O plano inicial já valia o filme. Vemos o recorte duma torre chinesa ao amanhecer. A luz aparece e ao fundo desenha-se o nosso castelo de São Jorge. A câmara inclina-se e vamos caindo na praça do Martiz Moniz e num fosso de eternas obras. Passem por lá e espreitem. China anda por ali, de pistola na mala, com os seus sapatos dourados e um chupa na mão. Na cabeça trás um sonho ou dois.
oh, ashley, i want you! i need you! i love you!

Angel, de François Ozon, tem argumento baseado num livro de Elizabeth Taylor, ao que parece uma escritora muito em voga nos estates, e sem nada a ver com a actriz. É o pastelão da Corin Tellado, as paixões proíbidas da Barbara Cartland e tudo o mais telenovelesco que se possa imaginar. É o kitsh e o camp. O cor-de-rosa e o veludo. Os brocados e os cães. Ozon demonstra novamente saber trabalhar qualquer género narrativo, até mesmo o das novelas românticas e seus clichés. (Não falta o príncipe de camisa desabotoada e a pobrezinha tornada rica). E é a Scarlett do E Tudo o Vento Levou, impossível de aturar mas levando a sua sempre à frente. Menos exercício que as 8 mulheres, e contido no ridículo em que facilmente poderia cair. Fiz as pazes com o senhor. O Ozon, entenda-se.
Trailer.

Angel, de François Ozon, tem argumento baseado num livro de Elizabeth Taylor, ao que parece uma escritora muito em voga nos estates, e sem nada a ver com a actriz. É o pastelão da Corin Tellado, as paixões proíbidas da Barbara Cartland e tudo o mais telenovelesco que se possa imaginar. É o kitsh e o camp. O cor-de-rosa e o veludo. Os brocados e os cães. Ozon demonstra novamente saber trabalhar qualquer género narrativo, até mesmo o das novelas românticas e seus clichés. (Não falta o príncipe de camisa desabotoada e a pobrezinha tornada rica). E é a Scarlett do E Tudo o Vento Levou, impossível de aturar mas levando a sua sempre à frente. Menos exercício que as 8 mulheres, e contido no ridículo em que facilmente poderia cair. Fiz as pazes com o senhor. O Ozon, entenda-se.
Trailer.
22 abril 2007
procura-se
Rapaz nos seus vintes anos, visto pela última vez no cinema São Jorge, durante a exibição de Angel, de François Ozon, no sábado à noite. Na altura levava consigo um pólo vermelho, um livro (Franny and Zooey, se não me engano), um par de óculos com uma haste a menos e um pequeno brinco na orelha esquerda. Oferece-se mútua apreciação por cinema francês de autor e leituras partilhadas de livros em inglês. Respostas para o email do costume.
Rapaz nos seus vintes anos, visto pela última vez no cinema São Jorge, durante a exibição de Angel, de François Ozon, no sábado à noite. Na altura levava consigo um pólo vermelho, um livro (Franny and Zooey, se não me engano), um par de óculos com uma haste a menos e um pequeno brinco na orelha esquerda. Oferece-se mútua apreciação por cinema francês de autor e leituras partilhadas de livros em inglês. Respostas para o email do costume.
21 abril 2007
20 abril 2007
chineses

Estreia amanhã às 19h no Fórum Lisboa, integrado no Indie, a nova curta de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata.
Chama-se China, China e diz a sinopse: China desce as escadas em direcção ao Martim Moniz, em Lisboa. “China! China!”, gritam as crianças quando ela passa. China vai voar. Fugir para longe ao amanhecer. Só quer ser feliz. Mas China bebe o seu próprio veneno. Bebe-o até ao fim.
Por vezes o ar parece carregado de mal e o purgatório um jardim infantil.
Hoje à noite há Destricted.

Estreia amanhã às 19h no Fórum Lisboa, integrado no Indie, a nova curta de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata.
Chama-se China, China e diz a sinopse: China desce as escadas em direcção ao Martim Moniz, em Lisboa. “China! China!”, gritam as crianças quando ela passa. China vai voar. Fugir para longe ao amanhecer. Só quer ser feliz. Mas China bebe o seu próprio veneno. Bebe-o até ao fim.
Por vezes o ar parece carregado de mal e o purgatório um jardim infantil.
Hoje à noite há Destricted.
19 abril 2007
presenting: tori amos and rufus wainwright!
Pois é, dois dos mais esperados discos do ano estão cada vez mais perto. E com eles os primeiros vídeos. Da Tori Amos chega-nos Big Wheel. (Com Tori, Clyde, Santa, Pip e Isabel, as personagens que habitam o novo trabalho.) O vídeo soa a falso. Mas nos blogs e no site é dado como o oficial. Será a cantora a fugir ao habitual das MTVs?
E também o novo de Rufus Wainwright: Going to a town, que acaba de ser retirado do YouTube, mas não deve tardar a reaparecer. A música é AWESOME! E, como sou vosso amigo, podem sacá-la aqui. I may just never see you again or might as well / You took advantage of a world that loved you well. Diz ele, cansado.
Pois é, dois dos mais esperados discos do ano estão cada vez mais perto. E com eles os primeiros vídeos. Da Tori Amos chega-nos Big Wheel. (Com Tori, Clyde, Santa, Pip e Isabel, as personagens que habitam o novo trabalho.) O vídeo soa a falso. Mas nos blogs e no site é dado como o oficial. Será a cantora a fugir ao habitual das MTVs?
E também o novo de Rufus Wainwright: Going to a town, que acaba de ser retirado do YouTube, mas não deve tardar a reaparecer. A música é AWESOME! E, como sou vosso amigo, podem sacá-la aqui. I may just never see you again or might as well / You took advantage of a world that loved you well. Diz ele, cansado.
18 abril 2007
indie lisboa 2007

Vai começar o Indie Lisboa e há muita coisa para ver. As minhas sugestões:
Do meu estimado François Ozon vem a longa Angel e a curta Un Lever de Rideau.
Depois do espalhafatoso Hedwig and the Angry Inch, J.C.Mitchell apresenta Shortbus - um filme curioso e já sacadinho da net. Sexo e a cidade em versão psico-multi-poli-meta-andro-queer.

O escandaloso Destricted também marca presença. Uma série de artistas plásticos e cineastas (Marina Abramović, Marco Brambilla, Matthew Barney, Larry Clark, Gaspar Noe, Richard Prince e Sam Taylor-Wood) foram desafiados a fazer uma curta sobre sexo. O resultado é interessante (e muito gráfico) e eu destacaria os segmentos da Sam Taylor-Wood e da Marina Abramovic. E esqueçam Matthew Barney.
Filmes bons a ver: I am a Sex Addict; A Scanner Darkly; Viva; e o poderoso Tsai Ming-Liang com I don´t want to sleep alone.
Espreitem os alemães e as curtas, especialmente a curta do João Pedro Rodrigues e do João Rui Guerra da Mata, de seu nome China, China.

Vai começar o Indie Lisboa e há muita coisa para ver. As minhas sugestões:
Do meu estimado François Ozon vem a longa Angel e a curta Un Lever de Rideau.
Depois do espalhafatoso Hedwig and the Angry Inch, J.C.Mitchell apresenta Shortbus - um filme curioso e já sacadinho da net. Sexo e a cidade em versão psico-multi-poli-meta-andro-queer.

O escandaloso Destricted também marca presença. Uma série de artistas plásticos e cineastas (Marina Abramović, Marco Brambilla, Matthew Barney, Larry Clark, Gaspar Noe, Richard Prince e Sam Taylor-Wood) foram desafiados a fazer uma curta sobre sexo. O resultado é interessante (e muito gráfico) e eu destacaria os segmentos da Sam Taylor-Wood e da Marina Abramovic. E esqueçam Matthew Barney.
Filmes bons a ver: I am a Sex Addict; A Scanner Darkly; Viva; e o poderoso Tsai Ming-Liang com I don´t want to sleep alone.
Espreitem os alemães e as curtas, especialmente a curta do João Pedro Rodrigues e do João Rui Guerra da Mata, de seu nome China, China.
17 abril 2007
virginia tech

Acadia: What's wrong?
John McFarland: Nothing.
Acadia: You were crying.
John McFarland: [shrugs] Yeah.
Acadia: Is it something bad?
John McFarland: ...I don't know.
[Acadia kisses John on the cheek]

Acadia: What's wrong?
John McFarland: Nothing.
Acadia: You were crying.
John McFarland: [shrugs] Yeah.
Acadia: Is it something bad?
John McFarland: ...I don't know.
[Acadia kisses John on the cheek]
13 abril 2007
actualmente na tv - light sleeper

O terceiro filme da triologia de Paul Schrader chama-se Light Sleeper e é a obra depois de American Gigolo e Taxi Driver. Nunca tinha conseguido vê-lo. Tantos e tão bons actores. E tão novinhos. E New York à noite...

O terceiro filme da triologia de Paul Schrader chama-se Light Sleeper e é a obra depois de American Gigolo e Taxi Driver. Nunca tinha conseguido vê-lo. Tantos e tão bons actores. E tão novinhos. E New York à noite...
11 abril 2007
look at me, and tell me if you've known me before

Do que eu gosto no Inland Empire do David Lynch:
- Gosto dos sofás vermelhos, dos fumos, das coreografias bêbedas. Gosto da liberdade de filmar e do quanto isso consegue ser monstruosamente impactante. Puro cinema ou cinema puro. Gosto da Laura Dern, dos coelhos da Alice e da história dentro da história dentro da história. Gosto do plano da chave de fendas ensaguentada caíndo sobre a estrela da Dorothy Parker e das portas que se abrem e fecham - todos os filmes citam O Feiticeiro de Oz. Gosto do Lynch a fazer de Cassavetes e a fazer de Lynch outra vez. Do capricho das special appearances muito especiais.
Do que eu não gosto no Inland Empire do David Lynch:
- Das três horas e da consequência de ser cerebral durante esse tempo.

Do que eu gosto no Inland Empire do David Lynch:
- Gosto dos sofás vermelhos, dos fumos, das coreografias bêbedas. Gosto da liberdade de filmar e do quanto isso consegue ser monstruosamente impactante. Puro cinema ou cinema puro. Gosto da Laura Dern, dos coelhos da Alice e da história dentro da história dentro da história. Gosto do plano da chave de fendas ensaguentada caíndo sobre a estrela da Dorothy Parker e das portas que se abrem e fecham - todos os filmes citam O Feiticeiro de Oz. Gosto do Lynch a fazer de Cassavetes e a fazer de Lynch outra vez. Do capricho das special appearances muito especiais.
Do que eu não gosto no Inland Empire do David Lynch:
- Das três horas e da consequência de ser cerebral durante esse tempo.
homeland
É só a 15 de Julho, na Culturgest, mas os bilhetes para a Laurie Anderson já estão à venda. O espectáculo é o Homeland e promete. Ficam avisados.
(Na imagem, um show da senhora, long time ago...)
É só a 15 de Julho, na Culturgest, mas os bilhetes para a Laurie Anderson já estão à venda. O espectáculo é o Homeland e promete. Ficam avisados.
(Na imagem, um show da senhora, long time ago...)
08 abril 2007
omeletes espanholas

Há uma cena no espectáculo Für die Kinder von gestern, heute und morgan (For the Children of Yesterday, Today and Tomorrow), de Pina Bausch, quando a Nazareth Panadero circula pelo palco com um prato vazio e um garfo. O tilintar do garfo no prato é repetitivo e ela sorri. Diz ela que em Espanha, há noite, toda a gente come ovos. Que à noite só se ouve aquele barulho por toda a Espanha. Nas varandas, nos terraços. Em todo o lado. São a graça e a simplicidade destes relatos que fazem os espectáculos de Pina verdadeiras pérolas. Isso e a irrepreensível qualidade dos bailarinos. No todo, talvez este tenha sido um menos bom espectáculo. Mas tinha ovos. Muitos ovos.

Há uma cena no espectáculo Für die Kinder von gestern, heute und morgan (For the Children of Yesterday, Today and Tomorrow), de Pina Bausch, quando a Nazareth Panadero circula pelo palco com um prato vazio e um garfo. O tilintar do garfo no prato é repetitivo e ela sorri. Diz ela que em Espanha, há noite, toda a gente come ovos. Que à noite só se ouve aquele barulho por toda a Espanha. Nas varandas, nos terraços. Em todo o lado. São a graça e a simplicidade destes relatos que fazem os espectáculos de Pina verdadeiras pérolas. Isso e a irrepreensível qualidade dos bailarinos. No todo, talvez este tenha sido um menos bom espectáculo. Mas tinha ovos. Muitos ovos.
07 abril 2007
lasagna ugly phantom

Antecipando a tarde na SIC com a Ugly Betty e o meu Phantom of the Opera em versão cinema, fiz uma lasagna à qual chamei Lasagna Ugly Phantom:
- Folhas Lasagna Milanesa, espinafres, alho francês, cogumelos, muito alho e bechamel. Não tem nada que saber. Dá-se um entalão nos legumes, fazem-se três camadas de legumes/bechamel/folhas e vai ao forno cheio de queijo em cima.
Say you love me every waking moment......

Antecipando a tarde na SIC com a Ugly Betty e o meu Phantom of the Opera em versão cinema, fiz uma lasagna à qual chamei Lasagna Ugly Phantom:
- Folhas Lasagna Milanesa, espinafres, alho francês, cogumelos, muito alho e bechamel. Não tem nada que saber. Dá-se um entalão nos legumes, fazem-se três camadas de legumes/bechamel/folhas e vai ao forno cheio de queijo em cima.
Say you love me every waking moment......
06 abril 2007
actualmente na tv - singing in the rain

O Singing in the Rain foi o primeiro musical que vi na TV, ainda antes dos fantasminhas da Broadway, das evitas londrinas e dos Cole Porters dos pianos. Arrisco-me a dizer que foi mesmo a causa de todo esse jazz. As músicas ficaram-me no ouvido (Life was a song, you came along...) Mas aquilo de que me lembrarei sempre deste filme não são as coreografias, nem as músicas, as lições de dicção ou a voz esganiçada da outra a tentar dizer "can´t". Guardo este filme como o filme onde descobri um tesouro: as pernas e o cabelo da Cyd Charisse, e o vestidinho de lantejolas a rodear o Gene Kelly.

O Singing in the Rain foi o primeiro musical que vi na TV, ainda antes dos fantasminhas da Broadway, das evitas londrinas e dos Cole Porters dos pianos. Arrisco-me a dizer que foi mesmo a causa de todo esse jazz. As músicas ficaram-me no ouvido (Life was a song, you came along...) Mas aquilo de que me lembrarei sempre deste filme não são as coreografias, nem as músicas, as lições de dicção ou a voz esganiçada da outra a tentar dizer "can´t". Guardo este filme como o filme onde descobri um tesouro: as pernas e o cabelo da Cyd Charisse, e o vestidinho de lantejolas a rodear o Gene Kelly.
05 abril 2007
home note #22

Coisas boas por causa de um maldito entorse no pé:
- Arrumei as facturas desde Novembro, espalhadas sobre a mesa.
- Limpei a mesa toda.
- Juntei três sacos de lixo, cheios de papeladas. Tudo para reciclar.
- Meti as séries em dia.
- Vi alguns dos filminhos sacados há que tempos e que estavam em to-do-list.
- Pus as leituras em dia. (NEO2, Vanity Fair, Les Inrocks, Interview, Fanstastic Man)
- Fiquei horas sentado no sofá e a olhar para as minhas frésias novas, florescendo a cada dia.
- Vi a Fátima Lopes na SIC. Saudades.
- Apanhei ataques de nervos com a 2º tentativa em vão de entregar os projectos para os subsídios do Instituto das Artes. Pela segunda vez o prazo vai ser prorrogado, devido à falha do sistema de internet por eles criado.
- Fiz 3 máquinas de roupa, estendi e recolhi tudinho.
- Descobri como andar ao pé coxinho pela casa pode ser mau: a vizinha debaixo veio perguntar se estava em obras no meu andar.
- Nada bom, foi ter perdido o concerto das Cansei de Ser Sexy, cujo bilhete tinha hà meses, mas enfim. Há coisas piores.

Coisas boas por causa de um maldito entorse no pé:
- Arrumei as facturas desde Novembro, espalhadas sobre a mesa.
- Limpei a mesa toda.
- Juntei três sacos de lixo, cheios de papeladas. Tudo para reciclar.
- Meti as séries em dia.
- Vi alguns dos filminhos sacados há que tempos e que estavam em to-do-list.
- Pus as leituras em dia. (NEO2, Vanity Fair, Les Inrocks, Interview, Fanstastic Man)
- Fiquei horas sentado no sofá e a olhar para as minhas frésias novas, florescendo a cada dia.
- Vi a Fátima Lopes na SIC. Saudades.
- Apanhei ataques de nervos com a 2º tentativa em vão de entregar os projectos para os subsídios do Instituto das Artes. Pela segunda vez o prazo vai ser prorrogado, devido à falha do sistema de internet por eles criado.
- Fiz 3 máquinas de roupa, estendi e recolhi tudinho.
- Descobri como andar ao pé coxinho pela casa pode ser mau: a vizinha debaixo veio perguntar se estava em obras no meu andar.
- Nada bom, foi ter perdido o concerto das Cansei de Ser Sexy, cujo bilhete tinha hà meses, mas enfim. Há coisas piores.
miauuuuuuuuuuuuuu!
Os rapazes do Gato Fedorento colocaram um cartaz mesmo ao lado do já famoso nacionalista, no Marquês de Pombal. A imagem fala por si. A notícia é do Público.

"Lado a lado: O cartaz do Partido Nacional Renovador, colocado na Praça do Marquês de Pombal, em Lisboa, já não está sozinho. José Pinto Coelho, fundador e presidente do partido nacionalista, tem como companhia quatro ilustres conhecidos: Ricardo de Araújo Pereira, Tiago Dores, Miguel Góis e José Diogo Quintela. À semelhança do que acontece com os partidos políticos, os Gato Fedorento decidiram instalar um "outdoor" mesmo ao lado do cartaz do PNR, assumindo a sua oposição contra a mensagem xenófoba daquele partido político. E fazem-no parodiando Pinto Coelho, o homem que disse querer "conquistar as ruas". Ler mais. M.J.O. Foto: Sérgio B. Gomes/PUBLICO.PT"
Os rapazes do Gato Fedorento colocaram um cartaz mesmo ao lado do já famoso nacionalista, no Marquês de Pombal. A imagem fala por si. A notícia é do Público.

"Lado a lado: O cartaz do Partido Nacional Renovador, colocado na Praça do Marquês de Pombal, em Lisboa, já não está sozinho. José Pinto Coelho, fundador e presidente do partido nacionalista, tem como companhia quatro ilustres conhecidos: Ricardo de Araújo Pereira, Tiago Dores, Miguel Góis e José Diogo Quintela. À semelhança do que acontece com os partidos políticos, os Gato Fedorento decidiram instalar um "outdoor" mesmo ao lado do cartaz do PNR, assumindo a sua oposição contra a mensagem xenófoba daquele partido político. E fazem-no parodiando Pinto Coelho, o homem que disse querer "conquistar as ruas". Ler mais. M.J.O. Foto: Sérgio B. Gomes/PUBLICO.PT"
04 abril 2007
she´s got me spending
E se eu vos disser que a Alanis Morissette acaba de lançar um cover da canção dos Black Eyed Peas, a irritante My Humps. O vídeo em cima é com ela e prova que uma má canção até se pode transformar numa menos má canção. Check it out! (E já agora, o original.
E se eu vos disser que a Alanis Morissette acaba de lançar um cover da canção dos Black Eyed Peas, a irritante My Humps. O vídeo em cima é com ela e prova que uma má canção até se pode transformar numa menos má canção. Check it out! (E já agora, o original.
03 abril 2007
8.000

Na sua matiné de amanhã, o musical The Phantom of the Opera, de Andrew Lloyd Webber, continuará à frente como o mais longo musical da Broadway. (Longo em carreira de exibição e não em duração, entenda-se). Estreou a 26 de Janeiro de 1988 e dará amanhã o seu espectáculo número 8.000. Nem consigo imaginar o que isso seja, mas lá que é o meu musical favorito, isso também ninguém lhe tira.

Na sua matiné de amanhã, o musical The Phantom of the Opera, de Andrew Lloyd Webber, continuará à frente como o mais longo musical da Broadway. (Longo em carreira de exibição e não em duração, entenda-se). Estreou a 26 de Janeiro de 1988 e dará amanhã o seu espectáculo número 8.000. Nem consigo imaginar o que isso seja, mas lá que é o meu musical favorito, isso também ninguém lhe tira.
02 abril 2007
peças debaixo de olho

Ando com duas debaixo de olho. A nova do Terence McNally (Love! Valour! Compassion!, Frankie and Johnny in the Clair de Lune, Master Class), chama-se Some Men e é todo um questionar sobre mais de um século de gay life. Começa na Long Island dos anos 20, passa para Harlem nos anos 30, Stonewall nos anos 60, a era da SIDA nos anos 80 e termina nas batalhas pelo same-sex marriage. Polémico, odiado por muitos e amado por tantos outros, o autor até recria a cena da sauna do seu The Ritz dos anos 70 e actualiza-a aos dias de hoje. O humor é o do costume, hilariante mas com um coração comovente como poucos.
Por fim, parabéns ao Mikael de Oliveira que venceu o Prémio de Dramaturgia Maria Matos deste ano!

Ando com duas debaixo de olho. A nova do Terence McNally (Love! Valour! Compassion!, Frankie and Johnny in the Clair de Lune, Master Class), chama-se Some Men e é todo um questionar sobre mais de um século de gay life. Começa na Long Island dos anos 20, passa para Harlem nos anos 30, Stonewall nos anos 60, a era da SIDA nos anos 80 e termina nas batalhas pelo same-sex marriage. Polémico, odiado por muitos e amado por tantos outros, o autor até recria a cena da sauna do seu The Ritz dos anos 70 e actualiza-a aos dias de hoje. O humor é o do costume, hilariante mas com um coração comovente como poucos.
Por fim, parabéns ao Mikael de Oliveira que venceu o Prémio de Dramaturgia Maria Matos deste ano!
30 março 2007
holland festival 2007

O Holland Festival já tem programação. Em Junho, se tudo correr bem, ainda lá dou um saltito.
Pierre Boulez, Patrice Chéreau, Deborah Warner + Fiona Shaw, Akram Khan + Sylvie Guillem, The Wooster Group, Peter Sellars, Toneelgroep Amsterdam, Edita Gruberova e muito mais!

O Holland Festival já tem programação. Em Junho, se tudo correr bem, ainda lá dou um saltito.
Pierre Boulez, Patrice Chéreau, Deborah Warner + Fiona Shaw, Akram Khan + Sylvie Guillem, The Wooster Group, Peter Sellars, Toneelgroep Amsterdam, Edita Gruberova e muito mais!
29 março 2007
desespero nacionalista

Ainda bem que não fui só eu que reparei. É vergonhoso, mas em pleno Marquês de Pombal está um outdoor do PNR. (Hoje já lhe tinham atirado com tinta preta para cima.) Apelam ao final da imigração e, num sádico e retrógado rasgo pseudo-publicitário, vê-se igualmente a imagem de um avião com a legenda "Façam boa viagem". Pergunto eu: é o PNR que paga essas viagens? É que se for, eu também quero ir!

Ainda bem que não fui só eu que reparei. É vergonhoso, mas em pleno Marquês de Pombal está um outdoor do PNR. (Hoje já lhe tinham atirado com tinta preta para cima.) Apelam ao final da imigração e, num sádico e retrógado rasgo pseudo-publicitário, vê-se igualmente a imagem de um avião com a legenda "Façam boa viagem". Pergunto eu: é o PNR que paga essas viagens? É que se for, eu também quero ir!
28 março 2007
26 março 2007
o grande português?
Ontem, 42% dos portugueses que votaram no concurso da RTP, para saber quem era o grande português, elegeram Salazar. Dá que pensar na gravidade do assunto.
Ontem, 42% dos portugueses que votaram no concurso da RTP, para saber quem era o grande português, elegeram Salazar. Dá que pensar na gravidade do assunto.
25 março 2007
home note #20
Descobri uma nova posição no sofá. Consigo estar deitado com duas almofadas e a ver as minhas séries no computador ao longe. Tão bom. Ainda melhor é saber que a Ugly Betty, cujo último episódio devorei na horizontal, vai passar em breve na nossa SIC. (Na imagem, um excerto do episódio do Halloween. A Betty é mesmo feia. Sobretudo quando feita por outros. Mas nunca deixará de ser um pagode.)
Descobri uma nova posição no sofá. Consigo estar deitado com duas almofadas e a ver as minhas séries no computador ao longe. Tão bom. Ainda melhor é saber que a Ugly Betty, cujo último episódio devorei na horizontal, vai passar em breve na nossa SIC. (Na imagem, um excerto do episódio do Halloween. A Betty é mesmo feia. Sobretudo quando feita por outros. Mas nunca deixará de ser um pagode.)
24 março 2007
deus no céu, tony na terra

A SIC está a passar um documentário sobre o Tony Carreira. Sou fã do fenómeno, no palco e no público. Gosto daquela gente que o segue, da humildade do cantor, da loucura saudável e das letras que me tocam cá dentro. Assumo, sou fã. Mas olho para o Tony e não sei porquê, mas a primeira coisa de que me lembro é: cueca Dim.

A SIC está a passar um documentário sobre o Tony Carreira. Sou fã do fenómeno, no palco e no público. Gosto daquela gente que o segue, da humildade do cantor, da loucura saudável e das letras que me tocam cá dentro. Assumo, sou fã. Mas olho para o Tony e não sei porquê, mas a primeira coisa de que me lembro é: cueca Dim.
23 março 2007
espelho de muitas faces

O grupo de Teatro Miguel Torga, cheio de alunos de Medicina da Nova está a fazer o meu texto O Espelho do Narciso Gordo. Tem apresentação hoje, pelas 21h30, na Igreja Santa Joana Princesa, ali pelos lados da Avenida de Roma. Não faço ideia de quem sejam, nem sei que voltas deram ao meu texto. Logo à noite vou como espectador e estou muito curioso.

O grupo de Teatro Miguel Torga, cheio de alunos de Medicina da Nova está a fazer o meu texto O Espelho do Narciso Gordo. Tem apresentação hoje, pelas 21h30, na Igreja Santa Joana Princesa, ali pelos lados da Avenida de Roma. Não faço ideia de quem sejam, nem sei que voltas deram ao meu texto. Logo à noite vou como espectador e estou muito curioso.
22 março 2007
actualmente a dar na tv - faster pussycat kill! kill!

Adoro o Faster Pussycat Kill! Kill! Me likes sexploitation movies. Na Fnac saiu um pack com a trilogia em edição portuguesa. Miau!

Adoro o Faster Pussycat Kill! Kill! Me likes sexploitation movies. Na Fnac saiu um pack com a trilogia em edição portuguesa. Miau!
quiosque

Este mês estão aí duas revistas nas quais devem ficar de olho.
Primeiro, surge a NEO2 em versão portuguesa. Há mais de 10 anos em Espanha, esta bíblia de tendências chega a Portugal com sugestões de design, moda, música e muito mais. O preço, um xuxu: 3 eurinhos.

Depois, a revista da Mini Internacional, que em todos os números escolhe uma cidade e pede a uma série de artistas e urbanistas para falarem do seu trabalho e da relação com a cidade, e assim se chegar a uma tentativa de definição de cidade, tem neste número como escolha: Lisboa. Quem vem na literatura, quem é? Moi. Podem ler o artigo na sua versão inglesa aqui.

Este mês estão aí duas revistas nas quais devem ficar de olho.
Primeiro, surge a NEO2 em versão portuguesa. Há mais de 10 anos em Espanha, esta bíblia de tendências chega a Portugal com sugestões de design, moda, música e muito mais. O preço, um xuxu: 3 eurinhos.

Depois, a revista da Mini Internacional, que em todos os números escolhe uma cidade e pede a uma série de artistas e urbanistas para falarem do seu trabalho e da relação com a cidade, e assim se chegar a uma tentativa de definição de cidade, tem neste número como escolha: Lisboa. Quem vem na literatura, quem é? Moi. Podem ler o artigo na sua versão inglesa aqui.
21 março 2007
late night double feature

Less Than Zero
Blair: Did you talk to Julian yet?
Clay: No.
Blair: Clay, I asked you to talk to him.
Clay: Okay, I'll call Betty Ford, you want me to get him a room, fine.
Blair: No, just talk to him, I mean, he's your friend, too.
Clay: It's funny. When you called me, I thought I was coming home to see you.

The Host

Less Than Zero
Blair: Did you talk to Julian yet?
Clay: No.
Blair: Clay, I asked you to talk to him.
Clay: Okay, I'll call Betty Ford, you want me to get him a room, fine.
Blair: No, just talk to him, I mean, he's your friend, too.
Clay: It's funny. When you called me, I thought I was coming home to see you.

The Host
no dia da poesia, sai um cavafy
So much I gazed --
So much I gazed on beauty,
that my vision is replete with it.
Contours of the body. Red lips. Voluptuous limbs.
Hair as if taken from greek statues;
always beautiful, even when uncombed,
and it falls, slightly, over white foreheads.
Faces of love, as my poetry
wanted them.... in the nights of my youth,
in my nights, secretly, met....
Constantine P. Cavafy (1917)
So much I gazed --
So much I gazed on beauty,
that my vision is replete with it.
Contours of the body. Red lips. Voluptuous limbs.
Hair as if taken from greek statues;
always beautiful, even when uncombed,
and it falls, slightly, over white foreheads.
Faces of love, as my poetry
wanted them.... in the nights of my youth,
in my nights, secretly, met....
Constantine P. Cavafy (1917)
grand canyon skywalk

Qual Copperfield! Abriu ontem o Grand Canyon Skywalk. Imaginem estarem a uma altura razoável e a uma distância considerável da montanha. Já é possível. Basta lá dar um salto. As imagens falam por si.

Qual Copperfield! Abriu ontem o Grand Canyon Skywalk. Imaginem estarem a uma altura razoável e a uma distância considerável da montanha. Já é possível. Basta lá dar um salto. As imagens falam por si.
20 março 2007
brothers and sisters na rtp2

Boas notícias. A série Brothers and Sisters, já aqui mencionada vai passar às sextas-feiras na RTP2, às 22h45. Uma série que mais parece uma telenovela, se as telenovelas fossem todas assim tão bem escritas. É mesmo a não perder.
E às segundas também na RTP2 está a passar o Bleak House baseado no Dickens. Muito bom.

Boas notícias. A série Brothers and Sisters, já aqui mencionada vai passar às sextas-feiras na RTP2, às 22h45. Uma série que mais parece uma telenovela, se as telenovelas fossem todas assim tão bem escritas. É mesmo a não perder.
E às segundas também na RTP2 está a passar o Bleak House baseado no Dickens. Muito bom.
18 março 2007
actualmente na tv - the birdcage

Há qualquer coisa na versão americana da Gaiola das Malucas que me prende sempre à televisão e me arranca umas valentes risadas. Especialmente na cena em que o Albert imita o andar de John Wayne (numa actuação cocha e muito abichanada) e o Armand lhe responde que está perfeito, só que nunca tinha reperado que Wayne andava assim. E vivó camp!

Há qualquer coisa na versão americana da Gaiola das Malucas que me prende sempre à televisão e me arranca umas valentes risadas. Especialmente na cena em que o Albert imita o andar de John Wayne (numa actuação cocha e muito abichanada) e o Armand lhe responde que está perfeito, só que nunca tinha reperado que Wayne andava assim. E vivó camp!
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